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Mais uma do doutor Esacheu PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Sáb, 09 de Novembro de 2019 20:42
MAIS UMA DO DOUTOR ESACHEU
A Santa Casa de Campo Grande inaugurou no dia 8 deste mês as novas instalações da Unidade de Oncologia, que leva o nome de Elisbério de Souza Barbosa, um dos mais eméritos filantropos da Santa Casa, No século passado, sempre de forma generosa e constante ele fez doações que dotaram nosso hospital com as melhores condições possíveis para um atendimento humanizado à população carente quando ainda não existia o Sistema Único de Saúde (SUS).
O trio de ouro de filantropos naquela época era constituído por Elisbério de Souza Barbosa, Laucídio Coelho e Naim Dibo, empresários de destaque em nossa história econômica que sempre tiveram um olhar voltado para a caridade. Esperamos que o exemplo desses cidadãos motive nossos atuais empresários para contribuir também com a Santa Casa.
Como nada acontece por acaso, a inauguração se deu exatamente no dia de aniversário de Elisbério, que nasceu no dia 8 de novembro de 1888. Ele era dotado de espírito humanitário e foi um grande pecuarista, tendo inovado no seu ramo de atividade e contribuído para o aperfeiçoamento da pecuária em nosso estado.
A Unidade de Oncologia vai permitir um aumento significativo no número de atendimentos, que vai passar de 1.500 para 3 mil pacientes por mês. As novas instalações elevam a Unidade de Oncologia, mutatis mutandis, ao nível da Unidade de Traumatologia, dotando nosso hospital dos melhores meios para o pleno atendimento de média e alta complexidade.
A nova unidade possui um espaço físico moderno, com tecnologia de ponta, quinze leitos de infusão, sala de emergência, quatro consultórios, banheiros adaptados para acessibilidade dos usuários e demais dependências, que proporcionarão atendimento humanizado.
O mês de novembro é recentemente chamado de novembro azul, por ser dedicado à campanha de prevenção do câncer de próstata. O ônibus do projeto de prevenção do câncer já está no estacionamento da Santa Casa à disposição da população oferecendo exames gratuitos de mamografia, preventivo de câncer de colo de útero e de câncer de próstata.
A cerimônia de inauguração esteve plena de espiritualidade e de emoção, que empolgou todos os presentes. Em nome da família de Elisbério, sua neta Maria Olga Mandetta, discorreu sobre o espírito humanitário de seu avô.
Falaram também a coordenadora do Conselho Municipal de Saúde de Campo Grande, Maria Auxiliadora Fortunato, e a coordenadora do Conselho Local de Usuários, Cleonice Albres. O médico Fabrício Colacino, coordenador do serviço de oncologia relatou a importância da ampliação do espaço e a possibilidade de oferecer melhores condições aos pacientes, e depois agradeceu a realização deste sonho e o decisivo apoio do presidente da Santa Casa, Esacheu Nascimento.
Foi prestada homenagem ao presidente da Santa Casa e aos médicos Fabrício Colacino e José Maria Ascenço feita pelos pacientes Gilberto Luis Martinovsky e Carlos Miranda, como reconhecimento testemunhal da competência, qualidade e humanidade no tratamento a que estão sendo submetidos há muitos anos.
O padre Marcelo Tenório de Almeida e do pastor Adão José Pereira, deram as bênçãos às novas instalações do hospital.
No encerramento da cerimônia o presidente Esacheu Nascimento fez uma retrospectiva da sua administração, agradecendo o apoio recebido de sua diretoria e do conselho de administração, do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e de toda a comunidade convocando todos a seguir no espírito que sempre norteou o relacionamento da nossa população com a Santa Casa, a solidariedade. Ele aproveitou a ocasião para divulgar a criação da Central de Dízimo Santa Casa que vai ser o instrumento de participação de todos em benefício da entidade e seus pacientes.
A administração presidida pelo dr. Esacheu registra mais uma conquista real, efetiva e demonstrativa do acerto de suas decisões e de sua capacidade gerencial, com ações concretas e benéficas para a saúde da população.
Heitor Rodrigues Freire – Vice-presidente da ABCG Santa Casa.

A Santa Casa de Campo Grande inaugurou no dia 8 deste mês as novas instalações da Unidade de Oncologia, que leva o nome de Elisbério de Souza Barbosa, um dos mais eméritos filantropos da Santa Casa, No século passado, sempre de forma generosa e constante ele fez doações que dotaram nosso hospital com as melhores condições possíveis para um atendimento humanizado à população carente quando ainda não existia o Sistema Único de Saúde (SUS).

 
A Serra de Maracaju e seus cenários PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Sex, 01 de Novembro de 2019 22:36
A SERRA DE MARACAJU E SEUS CENÁRIOS.
O Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul desde 2006, realiza anualmente um seminário de desenvolvimento institucional –, coordenado desde o princípio e até hoje, por Vera Tylde de Castro Pinto e por mim, associados do Instituto –, abordando temas dos mais diversos que vão desde história, cultura, geografia, turismo, meio ambiente, empreendedorismo e culinária até o papel da mulher em nosso estado.
Neste ano, nos dias 28 e 29 de outubro, a XIV edição do seminário, teve como tema “A Serra de Maracaju e Seus Cenários”. Foi uma oportunidade que proporcionou a todos os presentes um enriquecimento cultural de alta significação.
Na abertura, o diretor de relações institucionais do Instituto, professor Américo Calheiros – que sugeriu o tema –, fez diversas considerações a respeito da influência mágica da Serra de Maracaju em toda a população do nosso estado.
A seguir, o professor Arnaldo Menecozzi, membro do Instituto – coautor da Enciclopédia das Aguas, carro chefe das publicações do IHG –, nos ensinou o verdadeiro significado da geografia. Sua palestra foi “A Serra de Maracaju e a Geografia”.
Depois foi a vez do professor Gilson Rodolfo Martins, vice-presidente do Instituto, com o tema “A Serra de Maracaju e os Seus Sítios Arqueológicos” – que foi objeto de sua tese de doutorado, com mais de 10 anos de pesquisas –, apresentando dados que remontam há mais de 15 mil anos, provando que muito antes dos índios que povoaram nosso estado já tivemos habitantes que deixaram marcas em diversas partes da Serra.
Logo depois apresentou-se o poeta e performista Ruberval Cunha, que encantou a plateia com sua performance e estimulou a participação de todos.
As palestras da noite foram encerradas pelo professor Paulo Eduardo Cabral, ex-presidente do Instituto, com o tema “A Serra de Maracaju na História e na Cultura”, demonstrando a influência mitológica da região e enumerou diversos eventos históricos que a tiveram como cenário, tais como a Guerra da Tríplice Aliança e a Revolução Constitucionalista de 1932.
No encerramento da primeira noite, foi servida uma bela sopa paraguaia, uma tradição que herdamos da cultura guarani e desde muito tempo foi incorporada à nossa culinária.
No dia 29, a palestra de abertura foi “A Serra de Maracaju e a Literatura”, da escritora e poeta Raquel Naveira, que emocionou a platéia com sua vibrante e marcante participação, levando-nos a uma viagem no tempo, evocando o Visconde de Taunay, que deixou registros históricos como A Retirada de Laguna, Memórias (no qual narrou sua história de amor com a índia Antônia) e Inocência – romance símbolo de Mato Grosso do Sul.
Raquel Naveira também contou sobre a visita de Guimarães Rosa ao nosso estado em 1952, que rendeu relatos importantes sobre vários locais por onde o escritor passou como Sanga Puitã, Ponta Porã, Campo Grande, Piraputanga, Aquidauana e a Serra de Maracaju que lhe despertou grande fascínio. Raquel também lembrou do importante trabalho dos irmãos Manoel de Barros e Abílio, e dos músicos Paulo Simões e Almir Sater, que igualmente se inspiraram no esplêndido cenário da Serra.
No intervalo, foi prestada uma homenagem à professora Maria Madalena Dib Mereb Greco, diretora executiva do Instituto, que se transformou na espinha dorsal do IHG, por sua dedicação e competência. Foi um momento emocionante que registrou a gratidão de todos os associados por ela.
A parte artística ficou por conta do violonista e professor de música Gregg Antunes, que brindou aos presentes com várias músicas do repertório internacional e também do nosso cancioneiro.
A última palestra, “A Serra de Maracaju e o Inconsciente Coletivo”, apresentada pelo psiquiatra Alex Leite de Melo, que exibiu um estudo sobre a evolução da ciência no campo da mente, passando por Pavlov, Freud, Jung e outros estudiosos eméritos, mostrando que o inconsciente coletivo depende de fatores genéticos que se transmitem de geração a geração.
Depois, na função de mestre de cerimônias do evento comentei sobre a importância da Serra no imaginário e no sentimento de nossa gente. A influência é tão forte que a energia que irradia da Serra se refletiu no tempo e no espaço. Por exemplo, em 1921, quando um grupo de maçons – que anteriormente fundaram a Santa Casa –, criaram a primeira Loja Maçônica de Campo Grande, a denominaram Oriente Maracaju nº 1. Onze anos depois, em 1932, um grupo de estudantes universitários fundou no Rio de Janeiro a Liga Sul-Mato-Grossense de Estudantes que visava a divisão do estado de Mato Grosso com a criação do estado de Maracaju. Esses estudantes sob a liderança de Ruben Alberto Abbott Castro Pinto, primeiro e único presidente da Liga, tornaram-se depois políticos que marcaram a história do nosso estado.
Ao final, foi feito o lançamento do livro Memórias do Sedims, um registro de todos os seminários já realizados, contendo o artigo de um palestrante de cada ano. O livro tem a edição caprichada de Marília Leite, com impressão da Life Editora. O livro foi patrocinado pelo empresário Sinval Martins de Araújo a quem registramos o nosso agradecimento.
E last but not least, foi servida mais uma rodada de sopa paraguaia. E assim, fechamos com chave de ouro um evento maiúsculo.
Heitor Rodrigues Freire – Titular da cadeira 37 do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul, coordenador do Sedims e mestre-de-cerimônias do IHGMS.

O Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul desde 2006, realiza anualmente um seminário de desenvolvimento institucional –, coordenado desde o princípio e até hoje, por Vera Tylde de Castro Pinto e por mim, associados do Instituto –, abordando temas dos mais diversos que vão desde história, cultura, geografia, turismo, meio ambiente, empreendedorismo e culinária até o papel da mulher em nosso estado.

 
Do capital humano PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Qua, 30 de Outubro de 2019 22:41
DO CAPITAL HUMANO
Deus, em sua sabedoria imensurável, fez da criação do Universo e de todas as criaturas uma demonstração muito clara da sua Inteligência Infinita, da qual o ser humano é o mais perfeito exemplo.
Um dos mais bem dotados artistas de todos os tempos, Leonardo Da Vinci (l452-l519),  que se destacou como cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta e músico, soube expressar com sua genialidade congênita o corpo humano.
Atualmente Leonardo tem 160 obras expostas no Museu do Louvre, em Paris, que representam o seu universo criativo e se perpetuam no tempo e no espaço. Uma de suas obras mais conhecidas é o desenho do “Homem Vitruviano”, de 1492, uma ilustração que mostra um corpo humano de proporções perfeitas, com os braços e as pernas estendidos dentro de um círculo e de um quadrado.
Esse desenho retrata com fidelidade a majestosa criação de Deus, e representa a perfeição do corpo humano que se constitui no elemento precioso para manifestação do homem na encarnação terrena.
A partir da década de 1950, nos Estados Unidos, um professor de economia da Universidade de Chicago, Theodore W. Schultz, elaborou a teoria do capital humano como fator de produção, o que lhe deu o prêmio Nobel de Economia em 1968. Aplicada ao campo educacional, a ideia de capital humano gerou uma concepção tecnicista sobre o ensino e sobre a organização da educação, o que acabou por revelar seu real objetivo: ou seja, ele equiparou a criação divina ao capital e ao trabalho numa equação perversa e material, como se fossem todos meros fatores de produção.
O ser humano é o principal ativo da humanidade e, consequentemente de todas as organizações.  Visto e considerado como capital humano – mero fator de produção –, que pode ser aprimorado e gerar mais capital para a empresa, isso acaba deturpando a finalidade divina do homem e o torna um simples componente de uma estrutura que visa primordialmente o lucro.
Sabemos que os processos só  funcionam se houver profissionais dispostos a entregar um resultado que faça sentido para a empresa. Nesse cenário, a gestão do capital humano é de extrema importância, cabendo aos líderes e ao setor de gestão de pessoas conduzir de forma adequada aquele que é um dos maiores ativos de qualquer empreendimento. O que não pode acontecer é a materialização do processo, porque o capital humano é muito mais do que apenas pessoas. Deve-se considerar a educação, a cultura e a filosofia da vida humana para compor um conjunto, aí sim de fatores positivos que concorrerão para o desenvolvimento do ser humano e sua destinação verdadeira no processo inteligente e divino da evolução espiritual, despertando talentos e humanizando o ambiente de trabalho.
O que se deve priorizar é a aplicação do conhecimento, experiência e talento para contribuir para o aprimoramento do ambiente profissional. O que não pode ocorrer é a aplicação da definição literal de que o capital humano seja compreendido apenas em termos econômicos.  Por essa razão, o valor do capital humano é a soma de uma série de características que não devem ser consideradas isoladamente.
A incapacidade da organização de identificar profissionais com a combinação necessária de habilidades e competências pode afetar todo o negócio. Logo, se uma empresa pode investir em novas tecnologias para aperfeiçoar seus processos internos, ela pode e deve identificar os talentos que demonstrem habilidades para exercer determinada função.
Isso torna possível que a organização tenha acesso a um conjunto de aptidões mais abrangentes referentes ao capital humano, sem necessidade de contratar outros funcionários. Ao mesmo tempo, a empresa contribui para aumentar o valor intrínseco de cada um desses indivíduos.
E aí acaba se transformando num incentivo constante para todos os seus funcionários que se sentirão valorizados e estimulados ao crescimento individual.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Deus, em sua sabedoria imensurável, fez da criação do Universo e de todas as criaturas uma demonstração muito clara da sua Inteligência Infinita, da qual o ser humano é o mais perfeito exemplo. 

Um dos mais bem dotados artistas de todos os tempos, Leonardo Da Vinci (l452-l519),  que se destacou como cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta e músico, soube expressar com sua genialidade congênita o corpo humano.

 
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