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Da imunidade PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 07 de Abril de 2020 12:27
DA IMUNIDADE
O momento é de perplexidade. Todos somos orientados a buscar dentro de cada um o bálsamo para encarar os desafios desta época. E assim nos vemos cara a cara. E somos levados a uma reflexão: Afinal, quem sou? E o que estou fazendo aqui? Tudo mudou!
De repente, fazendo um retrospecto, percebo que, chegando aos oitenta anos – a completar no mês que vem –, eu aprendi muita coisa. Sou um cara curioso. Desde guri. Sempre que aprendia algo, procurava colocar em prática, para ver se funcionava mesmo. Esse sistema me levou a descartar muita coisa que não entendia ou que não me interessava.
Aprendi em todos os campos onde atuei, e sigo trabalhando e aprendendo. Na vida familiar, social, religiosa, filosófica e profissional. Aprendi que família é fundamental, a base de tudo. No campo social, aprendi a importância do voluntariado. Faz quarenta anos que exerço trabalho voluntário em diversos campos de atividade. Na religião, onde transitei por diversas crenças, aprendi a respeitar cada uma, entendendo que religião é um assunto pessoal, individual, não coletivo, personalíssimo.
Na filosofia, eu me encontrei ao me questionar existencialmente, até conseguir entender o que realmente é a vida e descobri que a filosofia é algo fundamental. Profissionalmente, já fui bancário, vendedor, empresário, corretor de imóveis e advogado, exercendo tudo sempre com seriedade, transparência, honestidade e integridade. Graças a Deus!
Neste panorama, e convivendo um pouco com as pessoas da minha idade, constatei que o que a gente mais faz nessa vida é trocar receitas. Disso, daquilo, daquilo outro.
Neste momento de pandemia mundial, em que a imunidade se mostrou fundamental, decidi apresentar aqui o que tenho feito e quais os resultados obtidos com meus procedimentos. Quando me vejo diante de um novo ensinamento ou experiência, eu me concedo o que em direito se diz “o benefício da dúvida”, até que eu consiga confirmar ou não o ensinamento.
Desde fevereiro de 2015 eu adotei os seguintes procedimentos, os quais quero explicar com toda clareza, são sistemas por mim adotados e que me proporcionaram os benefícios que passo a informar, deixando também claro que qualquer leitor que decidir adotar qualquer procedimento, deve, sempre, primeiro, consultar o seu médico, foi o que eu fiz:
- Auto hemoterapia: faço, semanalmente, com a ajuda de um profissional, a extração de 10 ml do meu sangue e injetado em um músculo do meu corpo. A hemoterapia foi difundida no Brasil, pelo dr. Luiz Moura (1925-2016) que começou a aplicá-la ainda como estudante de medicina, em 1943, orientado pelo seu pai, também médico e professor na mesma faculdade, a Faculdade Nacional de Medicina da Praia Vermelha. A hemoterapia mantém o sistema imunológico ativado, combate doenças alérgicas e infecciosas.
- Cloreto de magnésio, também difundido pelo dr. Luiz Moura. É farta, na internet a divulgação do seu uso e benefícios. Bebo diariamente 1 xícara de cafézinho de cloreto de magnésio diluído em água. Benefícios: aumenta a absorção intestinal, fortalece o sistema imunológico, é importante oxidante, combatendo a inflamação.
- Água morna com limão e bicarbonato de sódio, em jejum. Um litro d’água, com uma colher (de chá) e meia de bicarbonato e o suco de um limão. Benefícios: desintoxicação do organismo, purifica também as toxinas e os resíduos do fígado.
Em tudo, aprendi a usar o meu tirocínio. Usei, gostei, constatei o benefício e continuo usando até hoje, sempre consultando previamente meu médico, dr. José Roberto Campos de Souza.
De todo modo, sugiro mais uma vez que cada um consulte o seu médico a respeito destas receitas caseiras. Não sou especialista em nada e o que serve para mim pode não servir aos outros.
Nesta quadra da história da humanidade em que vemos o medo predominar em todos os cantos do planeta, aprendi que o antídoto do medo não é a coragem, é a fé. E desta eu sou bem provido.
As exigências naturais das mudanças que serão implementadas logo que a pandemia de coronavírus passar, nos mostrarão que podemos mais e melhor do que fazemos atualmente, tudo será mais exigente porque tudo mudou, a normalidade agora é outra.
Uma das mudanças que desejo é a de que todos entendamos, de uma vez por todas que os radicalismos de esquerda e de direita são prejudiciais, pois só produzem ódio, revolta e antagonismo.
Há mais de 5 mil anos, segundo narra o poema épico hindu Baghavad Gita, a divindade suprema Krishna ensinou ao príncipe Arjuna, seu discípulo guerreiro, que seguisse sempre pelo abençoado e dourado caminho do meio. Vamos acordar minha gente.
E assim, caminhando e cantando, vou tocando a minha vida com muita alegria.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis, advogado, membro do Instituto Histórico e Geográfico/IHG-MS.

O momento é de perplexidade. Todos somos orientados a buscar dentro de cada um o bálsamo para encarar os desafios desta época. E assim nos vemos cara a cara. E somos levados a uma reflexão: Afinal, quem sou? E o que estou fazendo aqui? Tudo mudou!

De repente, fazendo um retrospecto, percebo que, chegando aos oitenta anos – a completar no mês que vem –, eu aprendi muita coisa. Sou um cara curioso. Desde guri. Sempre que aprendia algo, procurava colocar em prática, para ver se funcionava mesmo. Esse sistema me levou a descartar muita coisa que não entendia ou que não me interessava.

 
Pra não dizer que não falei das flores PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 30 de Março de 2020 02:44
r PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DAS FLORES
A nossa cidade está de novo engalanada. As margens do córrego Prosa estão emolduradas pela beleza das flores das paineiras, que contribuem com uma energia alegre e contagiante para alegrar quem por ali transita, enriquecidas com a placidez natural do outono.
As paineiras do córrego Prosa, silenciosamente, após cumprir o ciclo da floração se recolhem ao seu interior, dando continuidade ao seu trabalho, deixando um tapete multicolorido como sua herança. Essa forma de agir da natureza se constitui num ensinamento sábio para ser apreendido por nós: uma ação constante sem ostentação.
Campo Grande sabidamente é uma cidade verde. Vista do alto, fica muito patente essa condição. A preocupação com o verde sempre esteve presente nas administrações municipais desde a fundação da nossa cidade: por ato do intendente José Santiago, em outubro de 1912, foi criada uma reserva de terras que deu origem ao Horto Florestal. Esse local é dotado de características próprias de vegetação, onde dois braços de córregos, o Prosa e o Segredo, juntam-se ali para dar origem a um rio de grande importância para a região, o Anhanduizinho.
O primeiro programa de arborização para as ruas do município aconteceu em 1913, quando o intendente, dr. Arlindo de Andrade Gomes, mandou trazer do Jardim Botânico do Rio de Janeiro cerca de mil mudas que foram plantadas em diversas ruas, dando origem a esse universo verde que cobre toda a nossa cidade, constituído inicialmente das aleias de fícus e ingazeiras das avenidas Afonso Pena e Mato Grosso, que permanecem até hoje. Não podemos esquecer as mangueiras, algumas centenárias.
A vegetação é importante, pois ameniza o efeito estufa no meio urbano, além de absorver poeira e poluentes que diminuem a poluição – e ainda age sobre a saúde física e mental do ser humano. Além de todas as funções climáticas, a arborização também ajuda a organizar o ambiente urbano, embeleza e perfuma as ruas, praças e jardins, melhorando também a paisagem.
O verde é a realização que Deus concedeu para todos os que entendem o seu significado.
Nestes tempos de coronavírus, em que o ser humano se vê, de certa forma, confrontado com a morte – é o que mais assusta o homem –, em vez de procurar entender esse fato inevitável, busca meios de procurar contorná-la, como se isso fosse possível. Não adianta fugir. É melhor encarar e aceitar. É nosso regresso à pátria espiritual.
No isolamento a que estamos submetidos, nos vemos em busca de algo para fazer, para “matar” o tempo, e quando começamos a procurar e a lembrar de fatos passados, eu me deparei com o Geraldo Vandré, que, na época da ditadura militar, inspiradíssimo, criou essa canção memorável que se transformou num verdadeiro hino pela libertação: “Pra não dizer que não falei das flores”.
Vandré ficou em segundo lugar no Festival Internacional da Canção de 1968, nos anos de chumbo da repressão militar. Teve sua execução proibida durante anos, após tornar-se um hino de resistência do movimento civil e estudantil que fazia oposição à ditadura militar brasileira.
No refrão, Vandré nos ensina um comportamento que se encaixa de forma muito própria a estes tempos. Aliás, a todos os tempos:
“Vem, vamos embora que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora não espera acontecer”
Para finalizar, mais um pouco de música, agora de Jorge Ben Jor:
“Moro num país tropical,
Abençoado por Deus
E bonito por natureza”
Alegria, alegria, minha gente.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis, advogado, membro do Instituto Histórico e Geográfico – IHG/MS.
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A nossa cidade está de novo engalanada. As margens do córrego Prosa estão emolduradas pela beleza das flores das paineiras, que contribuem com uma energia alegre e contagiante para alegrar quem por ali transita, enriquecidas com a placidez natural do outono.

As paineiras do córrego Prosa, silenciosamente, após cumprir o ciclo da floração se recolhem ao seu interior, dando continuidade ao seu trabalho, deixando um tapete multicolorido como sua herança. Essa forma de agir da natureza se constitui num ensinamento sábio para ser apreendido por nós: uma ação constante sem ostentação.

 
Isto também passará PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Dom, 22 de Março de 2020 21:51
ISTO TAMBÉM PASSARÁ
Como é bom quando começamos a entender o que realmente está acontecendo. De repente um pequeno vírus, invisível aos nossos olhos, transforma, muda, modifica tudo. Os poderosos do mundo também estão perplexos, confusos, desorientados, sem saber onde encontrar apoio para dar curso às suas iniquidades. A arrogância cedeu lugar à perplexidade. Tudo mudou. Acabou o que era aparentemente doce, a ilusão do poder. De hoje em diante tudo vai ser diferente, como já cantou Roberto Carlos. A maior mudança será nos costumes.
Os exércitos mais bem equipados do mundo não conseguiram impedir a invasão do vírus que se constituiu no inimigo mais destruidor de todos os tempos. Entendo que essa invasão é uma ação da Ordem Maior. Já que não conseguimos aprender e praticar o amor como nos ensinou Jesus, vamos aprender pela dor.
Por um passe de mágica, o ego que nos escravizou desde sempre, perdeu o seu poder, passamos a entender que ninguém é melhor do que o outro. Todos somos semelhantes e irmãos. Os chineses enviaram mensagem aos italianos, divulgada na internet: “Somos ondas do mesmo oceano, somos folhas da mesma árvore, somos flores do mesmo jardim”. A fraternidade está no ar, mais forte do que o vírus.
Ibne Sina, nascido na Pérsia, considerado o pai da medicina moderna, ensinava:
“A imaginação é a metade da doença;
A tranquilidade é a metade do remédio;
E a paciência é o primeiro passo para a cura”.
Abu Ali Hucein ibne Abdala ibne Sina, conhecido como Ibn Sīnā ou por seu nome latinizado Avicena (980-1037), foi um polímata (aquele que conhece muitas ciências) que escreveu tratados sobre variados assuntos, dos quais aproximadamente 240 chegaram aos nossos dias. Em particular, 150 desses tratados se concentram em filosofia e 40 em medicina.
Ele ensinava que “não se deve tratar as doenças, mas sim as pessoas que padeciam das doenças”.
***
Por isso tudo que estamos vivendo, vamos refletir sobre a Era de Aquário, um tempo que proporciona um novo despertar para a humanidade, um novo alento. Já se percebe a presença do espírito da fé, da gratidão, da perseverança e da solidariedade, indispensáveis para este momento.
Precisamos seguir em frente, encarar todos os obstáculos com consciência – mesmo porque não há outro jeito –,  e assim fazer de nossas vidas um hino de amor e de gratidão a Deus, cumprindo os ensinamentos que Jesus nos proporcionou de forma simples, clara e verdadeira.
Também estamos no alvorecer do outono, que é a estação mais espiritualizada do planeta e está no ar, de novo e sempre, trazendo em seu bojo a dimensão da transitoriedade, da renovação, da transformação, do desapego, do esvaziamento para preenchimento pelo novo: o outono chegou!
***É uma estação tão marcante que renova e embeleza tudo. É a estação do silêncio, do recolhimento, da meditação, da reflexão. É a chegada da serenidade. Saber esperar é uma virtude. Aceitar sem questionar, que cada coisa tem seu tempo certo para acontecer ... é ter fé!
O outono nos leva à meditação serena e silenciosa, quando também aprendemos que cada um deve viver sua vida de forma natural e individual, sem permitir influências externas e deve ser vivida de uma nova maneira.
Passado o verão com sua agitação inerente, nos encaminhamos para o recolhimento do inverno, passando por uma transição natural, num momento próprio para encontrarmos serenidade e prazer, a fim enfrentarmos os obstáculos e os problemas da vida.
Quando chega o outono, com a harmonia de um céu cristalino, advém uma lição de sabedoria, a pessoal e intransferível responsabilidade de cada um, de buscar e viver a inefável experiência da existência. Esse momento nos proporciona a oportunidade de um encontro íntimo, convidando e estimulando nossa espiritualidade para um encaminhamento único em busca do bem.
Vamos unir a espiritualidade e o recolhimento do outono com os momentos que estamos vivendo.
Quando tudo passar, e isso acontecerá, utilizemos os momentos vividos como lição perene de aprendizado e de elevação espiritual.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis, advogado, associado ao Instituto Histórico e Geográfico/IHG – MS.
ISTO TAMBÉM PASSARÁ
Como é bom quando começamos a entender o que realmente está acontecendo. De repente um pequeno vírus, invisível aos nossos olhos, transforma, muda, modifica tudo. Os poderosos do mundo também estão perplexos, confusos, desorientados, sem saber onde encontrar apoio para dar curso às suas iniquidades. A arrogância cedeu lugar à perplexidade. Tudo mudou. Acabou o que era aparentemente doce, a ilusão do poder. De hoje em diante tudo vai ser diferente, como já cantou Roberto Carlos. A maior mudança será nos costumes.
Os exércitos mais bem equipados do mundo não conseguiram impedir a invasão do vírus que se constituiu no inimigo mais destruidor de todos os tempos. Entendo que essa invasão é uma ação da Ordem Maior. Já que não conseguimos aprender e praticar o amor como nos ensinou Jesus, vamos aprender pela dor.
Por um passe de mágica, o ego que nos escravizou desde sempre, perdeu o seu poder, passamos a entender que ninguém é melhor do que o outro. Todos somos semelhantes e irmãos. Os chineses enviaram mensagem aos italianos, divulgada na internet: “Somos ondas do mesmo oceano, somos folhas da mesma árvore, somos flores do mesmo jardim”. A fraternidade está no ar, mais forte do que o vírus.
Ibne Sina, nascido na Pérsia, considerado o pai da medicina moderna, ensinava:
“A imaginação é a metade da doença;
A tranquilidade é a metade do remédio;
E a paciência é o primeiro passo para a cura”.
Abu Ali Hucein ibne Abdala ibne Sina, conhecido como Ibn Sīnā ou por seu nome latinizado Avicena (980-1037), foi um polímata (aquele que conhece muitas ciências) que escreveu tratados sobre variados assuntos, dos quais aproximadamente 240 chegaram aos nossos dias. Em particular, 150 desses tratados se concentram em filosofia e 40 em medicina.
Ele ensinava que “não se deve tratar as doenças, mas sim as pessoas que padeciam das doenças”.
***
Por isso tudo que estamos vivendo, vamos refletir sobre a Era de Aquário, um tempo que proporciona um novo despertar para a humanidade, um novo alento. Já se percebe a presença do espírito da fé, da gratidão, da perseverança e da solidariedade, indispensáveis para este momento.
Precisamos seguir em frente, encarar todos os obstáculos com consciência – mesmo porque não há outro jeito –,  e assim fazer de nossas vidas um hino de amor e de gratidão a Deus, cumprindo os ensinamentos que Jesus nos proporcionou de forma simples, clara e verdadeira.
Também estamos no alvorecer do outono, que é a estação mais espiritualizada do planeta e está no ar, de novo e sempre, trazendo em seu bojo a dimensão da transitoriedade, da renovação, da transformação, do desapego, do esvaziamento para preenchimento pelo novo: o outono chegou!
***É uma estação tão marcante que renova e embeleza tudo. É a estação do silêncio, do recolhimento, da meditação, da reflexão. É a chegada da serenidade. Saber esperar é uma virtude. Aceitar sem questionar, que cada coisa tem seu tempo certo para acontecer ... é ter fé!
O outono nos leva à meditação serena e silenciosa, quando também aprendemos que cada um deve viver sua vida de forma natural e individual, sem permitir influências externas e deve ser vivida de uma nova maneira.
Passado o verão com sua agitação inerente, nos encaminhamos para o recolhimento do inverno, passando por uma transição natural, num momento próprio para encontrarmos serenidade e prazer, a fim enfrentarmos os obstáculos e os problemas da vida.
Quando chega o outono, com a harmonia de um céu cristalino, advém uma lição de sabedoria, a pessoal e intransferível responsabilidade de cada um, de buscar e viver a inefável experiência da existência. Esse momento nos proporciona a oportunidade de um encontro íntimo, convidando e estimulando nossa espiritualidade para um encaminhamento único em busca do bem.
Vamos unir a espiritualidade e o recolhimento do outono com os momentos que estamos vivendo.
Quando tudo passar, e isso acontecerá, utilizemos os momentos vividos como lição perene de aprendizado e de elevação espiritual.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis, advogado, associado ao Instituto Histórico e Geográfico/IHG – MS.
ISTO TAMBÉM PASSARÁ
Como é bom quando começamos a entender o que realmente está acontecendo. De repente um pequeno vírus, invisível aos nossos olhos, transforma, muda, modifica tudo. Os poderosos do mundo também estão perplexos, confusos, desorientados, sem saber onde encontrar apoio para dar curso às suas iniquidades. A arrogância cedeu lugar à perplexidade. Tudo mudou. Acabou o que era aparentemente doce, a ilusão do poder. De hoje em diante tudo vai ser diferente, como já cantou Roberto Carlos. A maior mudança será nos costumes.
Os exércitos mais bem equipados do mundo não conseguiram impedir a invasão do vírus que se constituiu no inimigo mais destruidor de todos os tempos. Entendo que essa invasão é uma ação da Ordem Maior. Já que não conseguimos aprender e praticar o amor como nos ensinou Jesus, vamos aprender pela dor.
Por um passe de mágica, o ego que nos escravizou desde sempre, perdeu o seu poder, passamos a entender que ninguém é melhor do que o outro. Todos somos semelhantes e irmãos. Os chineses enviaram mensagem aos italianos, divulgada na internet: “Somos ondas do mesmo oceano, somos folhas da mesma árvore, somos flores do mesmo jardim”. A fraternidade está no ar, mais forte do que o vírus.
Ibne Sina, nascido na Pérsia, considerado o pai da medicina moderna, ensinava:
“A imaginação é a metade da doença;
A tranquilidade é a metade do remédio;
E a paciência é o primeiro passo para a cura”.
Abu Ali Hucein ibne Abdala ibne Sina, conhecido como Ibn Sīnā ou por seu nome latinizado Avicena (980-1037), foi um polímata (aquele que conhece muitas ciências) que escreveu tratados sobre variados assuntos, dos quais aproximadamente 240 chegaram aos nossos dias. Em particular, 150 desses tratados se concentram em filosofia e 40 em medicina.
Ele ensinava que “não se deve tratar as doenças, mas sim as pessoas que padeciam das doenças”.
***
Por isso tudo que estamos vivendo, vamos refletir sobre a Era de Aquário, um tempo que proporciona um novo despertar para a humanidade, um novo alento. Já se percebe a presença do espírito da fé, da gratidão, da perseverança e da solidariedade, indispensáveis para este momento.
Precisamos seguir em frente, encarar todos os obstáculos com consciência – mesmo porque não há outro jeito –,  e assim fazer de nossas vidas um hino de amor e de gratidão a Deus, cumprindo os ensinamentos que Jesus nos proporcionou de forma simples, clara e verdadeira.
Também estamos no alvorecer do outono, que é a estação mais espiritualizada do planeta e está no ar, de novo e sempre, trazendo em seu bojo a dimensão da transitoriedade, da renovação, da transformação, do desapego, do esvaziamento para preenchimento pelo novo: o outono chegou!
***É uma estação tão marcante que renova e embeleza tudo. É a estação do silêncio, do recolhimento, da meditação, da reflexão. É a chegada da serenidade. Saber esperar é uma virtude. Aceitar sem questionar, que cada coisa tem seu tempo certo para acontecer ... é ter fé!
O outono nos leva à meditação serena e silenciosa, quando também aprendemos que cada um deve viver sua vida de forma natural e individual, sem permitir influências externas e deve ser vivida de uma nova maneira.
Passado o verão com sua agitação inerente, nos encaminhamos para o recolhimento do inverno, passando por uma transição natural, num momento próprio para encontrarmos serenidade e prazer, a fim enfrentarmos os obstáculos e os problemas da vida.
Quando chega o outono, com a harmonia de um céu cristalino, advém uma lição de sabedoria, a pessoal e intransferível responsabilidade de cada um, de buscar e viver a inefável experiência da existência. Esse momento nos proporciona a oportunidade de um encontro íntimo, convidando e estimulando nossa espiritualidade para um encaminhamento único em busca do bem.
Vamos unir a espiritualidade e o recolhimento do outono com os momentos que estamos vivendo.
Quando tudo passar, e isso acontecerá, utilizemos os momentos vividos como lição perene de aprendizado e de elevação espiritual.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis, advogado, associado ao Instituto Histórico e Geográfico/IHG – MS.
ISTO TAMBÉM PASSARÁ
Como é bom quando começamos a entender o que realmente está acontecendo. De repente um pequeno vírus, invisível aos nossos olhos, transforma, muda, modifica tudo. Os poderosos do mundo também estão perplexos, confusos, desorientados, sem saber onde encontrar apoio para dar curso às suas iniquidades. A arrogância cedeu lugar à perplexidade. Tudo mudou. Acabou o que era aparentemente doce, a ilusão do poder. De hoje em diante tudo vai ser diferente, como já cantou Roberto Carlos. A maior mudança será nos costumes.
Os exércitos mais bem equipados do mundo não conseguiram impedir a invasão do vírus que se constituiu no inimigo mais destruidor de todos os tempos. Entendo que essa invasão é uma ação da Ordem Maior. Já que não conseguimos aprender e praticar o amor como nos ensinou Jesus, vamos aprender pela dor.
Por um passe de mágica, o ego que nos escravizou desde sempre, perdeu o seu poder, passamos a entender que ninguém é melhor do que o outro. Todos somos semelhantes e irmãos. Os chineses enviaram mensagem aos italianos, divulgada na internet: “Somos ondas do mesmo oceano, somos folhas da mesma árvore, somos flores do mesmo jardim”. A fraternidade está no ar, mais forte do que o vírus.
Ibne Sina, nascido na Pérsia, considerado o pai da medicina moderna, ensinava:
“A imaginação é a metade da doença;
A tranquilidade é a metade do remédio;
E a paciência é o primeiro passo para a cura”.
Abu Ali Hucein ibne Abdala ibne Sina, conhecido como Ibn Sīnā ou por seu nome latinizado Avicena (980-1037), foi um polímata (aquele que conhece muitas ciências) que escreveu tratados sobre variados assuntos, dos quais aproximadamente 240 chegaram aos nossos dias. Em particular, 150 desses tratados se concentram em filosofia e 40 em medicina.
Ele ensinava que “não se deve tratar as doenças, mas sim as pessoas que padeciam das doenças”.
***
Por isso tudo que estamos vivendo, vamos refletir sobre a Era de Aquário, um tempo que proporciona um novo despertar para a humanidade, um novo alento. Já se percebe a presença do espírito da fé, da gratidão, da perseverança e da solidariedade, indispensáveis para este momento.
Precisamos seguir em frente, encarar todos os obstáculos com consciência – mesmo porque não há outro jeito –,  e assim fazer de nossas vidas um hino de amor e de gratidão a Deus, cumprindo os ensinamentos que Jesus nos proporcionou de forma simples, clara e verdadeira.
Também estamos no alvorecer do outono, que é a estação mais espiritualizada do planeta e está no ar, de novo e sempre, trazendo em seu bojo a dimensão da transitoriedade, da renovação, da transformação, do desapego, do esvaziamento para preenchimento pelo novo: o outono chegou!
***É uma estação tão marcante que renova e embeleza tudo. É a estação do silêncio, do recolhimento, da meditação, da reflexão. É a chegada da serenidade. Saber esperar é uma virtude. Aceitar sem questionar, que cada coisa tem seu tempo certo para acontecer ... é ter fé!
O outono nos leva à meditação serena e silenciosa, quando também aprendemos que cada um deve viver sua vida de forma natural e individual, sem permitir influências externas e deve ser vivida de uma nova maneira.
Passado o verão com sua agitação inerente, nos encaminhamos para o recolhimento do inverno, passando por uma transição natural, num momento próprio para encontrarmos serenidade e prazer, a fim enfrentarmos os obstáculos e os problemas da vida.
Quando chega o outono, com a harmonia de um céu cristalino, advém uma lição de sabedoria, a pessoal e intransferível responsabilidade de cada um, de buscar e viver a inefável experiência da existência. Esse momento nos proporciona a oportunidade de um encontro íntimo, convidando e estimulando nossa espiritualidade para um encaminhamento único em busca do bem.
Vamos unir a espiritualidade e o recolhimento do outono com os momentos que estamos vivendo.
Quando tudo passar, e isso acontecerá, utilizemos os momentos vividos como lição perene de aprendizado e de elevação espiritual.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis, advogado, associado ao Instituto Histórico e Geográfico/IHG – MS.
ISTO TAMBÉM PASSARÁ
Como é bom quando começamos a entender o que realmente está acontecendo. De repente um pequeno vírus, invisível aos nossos olhos, transforma, muda, modifica tudo. Os poderosos do mundo também estão perplexos, confusos, desorientados, sem saber onde encontrar apoio para dar curso às suas iniquidades. A arrogância cedeu lugar à perplexidade. Tudo mudou. Acabou o que era aparentemente doce, a ilusão do poder. De hoje em diante tudo vai ser diferente, como já cantou Roberto Carlos. A maior mudança será nos costumes.
Os exércitos mais bem equipados do mundo não conseguiram impedir a invasão do vírus que se constituiu no inimigo mais destruidor de todos os tempos. Entendo que essa invasão é uma ação da Ordem Maior. Já que não conseguimos aprender e praticar o amor como nos ensinou Jesus, vamos aprender pela dor.
Por um passe de mágica, o ego que nos escravizou desde sempre, perdeu o seu poder, passamos a entender que ninguém é melhor do que o outro. Todos somos semelhantes e irmãos. Os chineses enviaram mensagem aos italianos, divulgada na internet: “Somos ondas do mesmo oceano, somos folhas da mesma árvore, somos flores do mesmo jardim”. A fraternidade está no ar, mais forte do que o vírus.
Ibne Sina, nascido na Pérsia, considerado o pai da medicina moderna, ensinava:
“A imaginação é a metade da doença;
A tranquilidade é a metade do remédio;
E a paciência é o primeiro passo para a cura”.
Abu Ali Hucein ibne Abdala ibne Sina, conhecido como Ibn Sīnā ou por seu nome latinizado Avicena (980-1037), foi um polímata (aquele que conhece muitas ciências) que escreveu tratados sobre variados assuntos, dos quais aproximadamente 240 chegaram aos nossos dias. Em particular, 150 desses tratados se concentram em filosofia e 40 em medicina.
Ele ensinava que “não se deve tratar as doenças, mas sim as pessoas que padeciam das doenças”.
***
Por isso tudo que estamos vivendo, vamos refletir sobre a Era de Aquário, um tempo que proporciona um novo despertar para a humanidade, um novo alento. Já se percebe a presença do espírito da fé, da gratidão, da perseverança e da solidariedade, indispensáveis para este momento.
Precisamos seguir em frente, encarar todos os obstáculos com consciência – mesmo porque não há outro jeito –,  e assim fazer de nossas vidas um hino de amor e de gratidão a Deus, cumprindo os ensinamentos que Jesus nos proporcionou de forma simples, clara e verdadeira.
Também estamos no alvorecer do outono, que é a estação mais espiritualizada do planeta e está no ar, de novo e sempre, trazendo em seu bojo a dimensão da transitoriedade, da renovação, da transformação, do desapego, do esvaziamento para preenchimento pelo novo: o outono chegou!
***É uma estação tão marcante que renova e embeleza tudo. É a estação do silêncio, do recolhimento, da meditação, da reflexão. É a chegada da serenidade. Saber esperar é uma virtude. Aceitar sem questionar, que cada coisa tem seu tempo certo para acontecer ... é ter fé!
O outono nos leva à meditação serena e silenciosa, quando também aprendemos que cada um deve viver sua vida de forma natural e individual, sem permitir influências externas e deve ser vivida de uma nova maneira.
Passado o verão com sua agitação inerente, nos encaminhamos para o recolhimento do inverno, passando por uma transição natural, num momento próprio para encontrarmos serenidade e prazer, a fim enfrentarmos os obstáculos e os problemas da vida.
Quando chega o outono, com a harmonia de um céu cristalino, advém uma lição de sabedoria, a pessoal e intransferível responsabilidade de cada um, de buscar e viver a inefável experiência da existência. Esse momento nos proporciona a oportunidade de um encontro íntimo, convidando e estimulando nossa espiritualidade para um encaminhamento único em busca do bem.
Vamos unir a espiritualidade e o recolhimento do outono com os momentos que estamos vivendo.
Quando tudo passar, e isso acontecerá, utilizemos os momentos vividos como lição perene de aprendizado e de elevação espiritual.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis, advogado, associado ao Instituto Histórico e Geográfico/IHG – MS.
ISTO TAMBÉM PASSARÁ
Como é bom quando começamos a entender o que realmente está acontecendo. De repente um pequeno vírus, invisível aos nossos olhos, transforma, muda, modifica tudo. Os poderosos do mundo também estão perplexos, confusos, desorientados, sem saber onde encontrar apoio para dar curso às suas iniquidades. A arrogância cedeu lugar à perplexidade. Tudo mudou. Acabou o que era aparentemente doce, a ilusão do poder. De hoje em diante tudo vai ser diferente, como já cantou Roberto Carlos. A maior mudança será nos costumes.
Os exércitos mais bem equipados do mundo não conseguiram impedir a invasão do vírus que se constituiu no inimigo mais destruidor de todos os tempos. Entendo que essa invasão é uma ação da Ordem Maior. Já que não conseguimos aprender e praticar o amor como nos ensinou Jesus, vamos aprender pela dor.
Por um passe de mágica, o ego que nos escravizou desde sempre, perdeu o seu poder, passamos a entender que ninguém é melhor do que o outro. Todos somos semelhantes e irmãos. Os chineses enviaram mensagem aos italianos, divulgada na internet: “Somos ondas do mesmo oceano, somos folhas da mesma árvore, somos flores do mesmo jardim”. A fraternidade está no ar, mais forte do que o vírus.
Ibne Sina, nascido na Pérsia, considerado o pai da medicina moderna, ensinava:
“A imaginação é a metade da doença;
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E a paciência é o primeiro passo para a cura”.
Abu Ali Hucein ibne Abdala ibne Sina, conhecido como Ibn Sīnā ou por seu nome latinizado Avicena (980-1037), foi um polímata (aquele que conhece muitas ciências) que escreveu tratados sobre variados assuntos, dos quais aproximadamente 240 chegaram aos nossos dias. Em particular, 150 desses tratados se concentram em filosofia e 40 em medicina.
Ele ensinava que “não se deve tratar as doenças, mas sim as pessoas que padeciam das doenças”.
***
Por isso tudo que estamos vivendo, vamos refletir sobre a Era de Aquário, um tempo que proporciona um novo despertar para a humanidade, um novo alento. Já se percebe a presença do espírito da fé, da gratidão, da perseverança e da solidariedade, indispensáveis para este momento.
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Também estamos no alvorecer do outono, que é a estação mais espiritualizada do planeta e está no ar, de novo e sempre, trazendo em seu bojo a dimensão da transitoriedade, da renovação, da transformação, do desapego, do esvaziamento para preenchimento pelo novo: o outono chegou!
***É uma estação tão marcante que renova e embeleza tudo. É a estação do silêncio, do recolhimento, da meditação, da reflexão. É a chegada da serenidade. Saber esperar é uma virtude. Aceitar sem questionar, que cada coisa tem seu tempo certo para acontecer ... é ter fé!
O outono nos leva à meditação serena e silenciosa, quando também aprendemos que cada um deve viver sua vida de forma natural e individual, sem permitir influências externas e deve ser vivida de uma nova maneira.
Passado o verão com sua agitação inerente, nos encaminhamos para o recolhimento do inverno, passando por uma transição natural, num momento próprio para encontrarmos serenidade e prazer, a fim enfrentarmos os obstáculos e os problemas da vida.
Quando chega o outono, com a harmonia de um céu cristalino, advém uma lição de sabedoria, a pessoal e intransferível responsabilidade de cada um, de buscar e viver a inefável experiência da existência. Esse momento nos proporciona a oportunidade de um encontro íntimo, convidando e estimulando nossa espiritualidade para um encaminhamento único em busca do bem.
Vamos unir a espiritualidade e o recolhimento do outono com os momentos que estamos vivendo.
Quando tudo passar, e isso acontecerá, utilizemos os momentos vividos como lição perene de aprendizado e de elevação espiritual.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis, advogado, associado ao Instituto Histórico e Geográfico/IHG – MS.

Como é bom quando começamos a entender o que realmente está acontecendo. De repente um pequeno vírus, invisível aos nossos olhos, transforma, muda, modifica tudo. Os poderosos do mundo também estão perplexos, confusos, desorientados, sem saber onde encontrar apoio para dar curso às suas iniquidades. A arrogância cedeu lugar à perplexidade. Tudo mudou. Acabou o que era aparentemente doce, a ilusão do poder. De hoje em diante tudo vai ser diferente, como já cantou Roberto Carlos. A maior mudança será nos costumes.

 
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