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Assim é. PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Qui, 08 de Novembro de 2018 21:39
ASSIM É.
A longa e maravilhosa jornada que a vida nos proporciona é uma oportunidade permanente de aprendizado e de evolução por meio do trabalho que se realiza de diversas formas. Isso exige de cada um o entendimento necessário para que sua ação se realize de forma eficaz.
O trabalho deve ser feito de modo consciente. As diversas religiões, que se constituíram numa forma de aprendizado, procuram implantar de maneira impositiva suas orientações. A imposição gera, de um lado, a aceitação passiva de subserviência a que as pessoas se submetem até por comodidade, e de outro lado, a resistência, que pode gerar atrito.
O despertar da consciência é lento, mas constante. Ele proporciona ao ser humano a oportunidade de participação contributiva para a sua evolução. E esse é o momento que leva à independência porque mostra que todos, TODOS, somos filhos de Deus, e, como tal, dotados de todas as condições para nos permitirmos trilhar esse caminho de luz que leva à sublimação. Não dependemos de nada nem de ninguém.
A força que nos permite essa independência é a fé, que tem como inspiração a esperança. Esperança, diz São Tomás de Aquino, “não é uma atitude passiva, mas cheia de vitalidade e de amor”. Diz o povo que a esperança é a última que morre. Eu aprendi que a esperança não morre nunca, porque tem como fundamento a fé, que é infinita.
Daí a necessidade de estarmos acordados, com olhos para ver, ouvidos para ouvir e mente para compreender. Se não entendermos, não adianta nada. Seremos como gado tangido para o matadouro.
Por falar em matadouro, aprendi que a morte não é motivo nem momento para lamúrias. A morte é o momento supremo em que a nossa alma é elevada para uma nova oportunidade, onde iremos colher o resultado da nossa semeadura. Aliás, a colheita é feita a cada momento. Aprendi que nada acontece por acaso. Assim, tudo o que nos acontece é fruto dos nossos próprios atos, conscientes ou inconscientes. Não tem desculpa. Plantou, vai colher.
O trabalho de despertar e de se libertar é individual. Eu não tenho que despertar ninguém, mas só a mim mesmo. A humanidade é induzida a tentar conduzir e influenciar o outro. O que na realidade, é um erro, uma forma de distrair o nosso ser: “Eu estou libertando o meu irmão”. Se eu acordar, naturalmente, estarei, “ipso facto”, contribuindo para despertar meu irmão.
O despertar ocorre por meio do trabalho individual de busca interior. Deus disse a Moisés, no livro do Deuteronômio (30,11-14), que Ele colocou o seu mandamento no coração e na palavra do homem. Aí está a chave da evolução humana. É em nosso coração (fonte de tudo) que vamos encontrar os meios necessários para o nosso despertar. E como fazê-lo? Por meio da meditação, buscando sentir o nosso ser interior, dedicando um tempo diário para o nosso despertar e à nossa evolução.
Repetindo: não dependemos de nada nem de ninguém. Só que dá trabalho, muito trabalho. E, sobretudo, precisamos estar conscientes.
É assim que é. Vamos trabalhar?
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

A longa e maravilhosa jornada que a vida nos proporciona é uma oportunidade permanente de aprendizado e de evolução por meio do trabalho que se realiza de diversas formas. Isso exige de cada um o entendimento necessário para que sua ação se realize de forma eficaz.

O trabalho deve ser feito de modo consciente. As diversas religiões, que se constituíram numa forma de aprendizado, procuram implantar de maneira impositiva suas orientações. A imposição gera, de um lado, a aceitação passiva de subserviência a que as pessoas se submetem até por comodidade, e de outro lado, a resistência, que pode gerar atrito.

 
O momento é de união. PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Qua, 31 de Outubro de 2018 02:12
O MOMENTO É DE UNIÃO
Acabamos de sair de uma das eleições mais acirradas desde a redemocratização em nosso país, devido à polarização que prevaleceu ao longo da campanha presidencial, principalmente no segundo turno.
Está sendo muito salutar para o povo brasileiro este momento de eleição para os diversos cargos da nossa administração pública. Este momento é um divisor de águas na história do Brasil. O gigante despertou. De agora em diante, tudo vai ser diferente.
A consciência cívica emergiu de forma soberana. O povo se mobilizou, com manifestações populares em defesa dos ideais de cada candidato, o que vai se constituir numa movimentação que acompanhará pari passu a administração do país.
Os meios modernos de comunicação (leia-se redes sociais) mostraram que vieram para ficar. Hoje o cidadão está conectado com o mundo virtual recebendo informações dos mais variados assuntos, diretamente.
Os institutos de pesquisas cometeram alguns equívocos que vão comprometer a sua credibilidade daqui para frente como a votação da Dilma para o Senado em Minas Gerais. Lá mesmo, a votação para governador. Em São Paulo, a votação do Suplicy também para o Senado; a votação para o governo no Estado do Rio de Janeiro. Isso para ficar só nos mais evidentes.
O pleito deste ano quebrou ou entortou alguns paradigmas, segundo o cientista político Gaudêncio Torquato,em sua coluna Porandubas Políticas:
1. O marketing eleitoral ficou de pernas pro ar. A comunicação massiva de alguns candidatos não funcionou.
2. O dinheiro não elege candidatos - teve candidato que quase não gastou e foi eleito com grande votação.
3. As pesquisas não detectaram tendências. Detectar apenas intenção de voto é pouco. O sistema cognitivo do eleitor não foi mapeado de maneira mais profunda.
4. Foi a campanha na qual o eleitor demonstrou maior autonomia de decisão. Autogestão eleitoral.
5. Mesmo os bolsões tradicionais e os fundões do país não se submeteram às pressões dos caciques.
6. A articulação com a sociedade organizada - movimentos, entidades, associações - deu o tom maior da campanha.
7. Subestimou-se o antipetismo e o antilulismo. E o PT acabou saindo dos grandes centros para as margens do interior do Nordeste.
8. Os custos da campanha diminuíram substantivamente, em alguns casos, em até 100%. O caixa 2 praticamente desapareceu.
9. O eleitor votou em perfis mais identificados com suas demandas, rotinas e padrões.
10. Fake news, versões e meias verdades deram o tom das redes sociais, mas não puxaram votos. Apenas acenderam o ânimo das militâncias.
Assim, sem dúvida, volto a repetir: De hoje em diante, tudo vai ser diferente. Por isso este é o momento do povo brasileiro se conscientizar da sua força e promover a união de todos em benefício do Brasil.
A eleição terminou. Agora, somos todos brasileiros, filhos de Deus, torcendo por este país maravilhoso e trabalhando, cada um no seu quadrado, com honestidade, seriedade, ética e competência.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Acabamos de sair de uma das eleições mais acirradas desde a redemocratização em nosso país, devido à polarização que prevaleceu ao longo da campanha presidencial, principalmente no segundo turno.

Está sendo muito salutar para o povo brasileiro este momento de eleição para os diversos cargos da nossa administração pública. Este momento é um divisor de águas na história do Brasil. O gigante despertou. De agora em diante, tudo vai ser diferente. A consciência cívica emergiu de forma soberana. O povo se mobilizou, com manifestações populares em defesa dos ideais de cada candidato, o que vai se constituir numa movimentação que acompanhará pari passu a administração do país.

 
Fides et ratio PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Seg, 22 de Outubro de 2018 15:47
FIDES ET RATIO
Estamos vivendo tempos conturbados em todo o mundo. Especialmente no Brasil de hoje. Confrontados com a realização das eleições presidenciais em que os extremos atingiram níveis inflamados com a polarização política, é chegado o momento de um chamado à razão.
As divergências levaram a polos opostos que convém trazer a uma análise filosófica que nos remeta “ao sagrado, abençoado e dourado caminho do meio” como preconizava o Bhagavad Gitâ, há mais de 5 mil anos.
O papa João Paulo II, em sua Carta Encíclica Fides et Ratio, editada em 1998, no vigésimo ano de seu pontificado, proclamava: “A fé e a razão (fides et ratio) constituem como que duas asas pelas quais o espírito humano se eleva para a contemplação da verdade. Foi Deus quem colocou no coração do homem o desejo de conhecer a verdade e, em última análise, de O conhecer a Ele, para que, conhecendo-O e amando-O, possa chegar também à verdade plena sobre si próprio”. Ou seja, ao autoconhecimento.
O papa João Paulo II teve um dos pontificados mais longos da história, 26 anos, e se caracterizou pelas inúmeras viagens que fez a todas as partes da Terra. Foi considerado o papa peregrino. Quando descia do avião, antes de cumprimentar a quem quer que seja, ajoelhava-se e beijava o chão.
Recebi da minha amiga Vera Tylde um texto do rabino Jonathan Sacks, publicado no site chabad.org, em que ele faz considerações interessantes a respeito da mente humana. Diz ele:
“A mente humana é capaz de fazer duas coisas bem diferentes. Uma é a capacidade de parcelar as coisas em suas partes constituintes e ver como elas se misturam e interagem. Isso é chamado com frequência de pensamento do “cérebro esquerdo”, e o melhor exemplo é a ciência. O outro, geralmente chamado de “pensamento do cérebro direito”, é a capacidade de juntar os eventos para que eles contem uma história, ou juntar as pessoas para que elas formem relacionamentos. O melhor exemplo disso é a religião.
De forma mais simples: a ciência separa as coisas para ver como elas funcionam, A religião coloca as coisas juntas para ver o que significam. E precisamos das duas, da mesma maneira que precisamos dos dois hemisférios do cérebro. A ciência analisa, a religião integra. A ciência nos diz o que é, a religião nos diz o que deveria ser. Ciência descreve; religião inspira, acena, chama”.
Disse o papa João Paulo II: “Quem sou eu? Donde venho e para onde vou? Por que existe o mal? O que existirá depois desta vida? Estas perguntas encontram-se nos escritos sagrados de Israel, mas aparecem também nos Vedas e no Avestá; achando-se tanto nos escritos de Confúcio e de Lao-Tsé, como na pregação de Tirtankara e de Buda; nos tratados filosóficos de Platão e Aristóteles. São questões que têm a sua fonte comum naquela exigência de sentido que, desde sempre, urge no coração do homem: da resposta a tais perguntas depende efetivamente a orientação que se imprime à existência”.
Ou seja, juntando a Carta Encíclica do papa e o texto do rabino, juntamente com o Bhagavad Gitâ, poderemos encontrar um caminho que nos leve a evitar essa polarização cristalizada.
Para uma orientação clara e precisa, devemos unir a ciência com a religião; a razão com a fé, e dessa junção espiritual encontrar enfim o caminho que nos levará ao “sagrado, abençoado e dourado caminho do meio”.
É evidente que neste momento, infelizmente, isso não é possível. Mas se torna uma orientação para o futuro.
Assim seja.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Estamos vivendo tempos conturbados em todo o mundo. Especialmente no Brasil de hoje. Confrontados com a realização das eleições presidenciais em que os extremos atingiram níveis inflamados com a polarização política, é chegado o momento de um chamado à razão.

As divergências levaram a polos opostos que convém trazer a uma análise filosófica que nos remeta “ao sagrado, abençoado e dourado caminho do meio” como preconizava o Bhagavad Gitâ, há mais de 5 mil anos.

 
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