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Da continuidade PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Sex, 19 de Julho de 2019 20:46
DA CONTINUIDADE
Em todo o mundo há somente duas espécies de pessoas: as que sabem e as que não sabem. (Krishnamurti in Aos pés do Mestre).
A vida é uma escola de aprendizado contínuo para quem tem olhos para ver, ouvidos para ouvir e mente para discernir. Assim, para saber, como ensina Krishnamurti na introdução deste artigo, é preciso estar atento a tudo que nos acontece de bem e também de mal, pois tudo é aprendizado, que nos conduz ao conhecimento.
Esse conhecimento nos mostra o verdadeiro caminho: a busca no interior de nós mesmos que nos dará o norte para o aprimoramento constante. É mais uma confirmação de que o caminho é interior, dentro de nós e não fora. É dentro que iremos encontrar o verdadeiro significado da evolução por meio da meditação e da prática constante.
O conferencista e instrutor de Projeciologia Wagner Borges escreveu:
“Então, que nossos pensamentos e sentimentos sejam sempre luminosos!
Nós estamos aqui por um motivo. Cada dia é uma bênção e fonte de eterno recomeço.
Mas jamais descobriremos isso pelas vias da mente racional. Nem com o passar dos anos na carne; e nem com todo conhecimento do mundo. Uma parte de nós sabe e compreende o mistério. Sim, aquela parte que habita em nossos corações. Aquela que é a verdadeira essência”.  A fonte. A origem. A Flor da Vida. Esse é o caminho.
Na busca da verdade nosso empenho deve continuar sendo de aprendizado contínuo até os últimos momentos de nossa encarnação para, assim, aproveitar a oportunidade que nos é concedida por Deus. E depois, naturalmente, dar continuidade na espiritualidade. A vida é eterna e dinâmica.
É claro que isso nos conduz a um lugar melhor de nós mesmos. É maravilhoso fazer tudo isso. Mas não basta. Todas essas coisas são parte do caminho, parte do caminhar. Todas essas formas de nos acessarmos fazem parte da teoria, mas a prática mesmo são os relacionamentos.
Anthony Robbins, escritor e palestrante motivacional americano, principal divulgador da PNL (Programação Neurolinguistíca), no documentário “Eu não sou seu guru”, ensina o seguinte:
“Não basta se espiritualizar, fazer caridade e tratar mal o porteiro, o garçom, o caixa do supermercado. E não basta achar que somos maravilhosos e seres elevados, se não conseguirmos saber, de verdade, quem somos. Achar não resolve, temos que saber.
É preciso reconhecer que se nos julgamos melhores ou mais evoluídos porque não comemos carne, porque produzimos menos lixo, porque andamos de bicicleta ou por qualquer outra coisa, tudo o que não somos é evoluídos. Porque seres evoluídos não se comparam e não competem. Eles são o que são, sabem disso e não precisam provar para ninguém.
Agora o caminho se completa com o relacionamento. Porque de nada adianta ter acesso à fonte se esse acesso e aprendizado não se realizar por intermédio do relacionamento humano. O que nos faz crescer e evoluir são as nossas relações. É nelas que mostramos quem somos. É onde mostramos o nosso verdadeiro ser”.
Complementando com uma frase de Marie Curie (1867- 1934), física polonesa, única mulher a ganhar por duas vezes o prêmio Nobel (de física e de química) e cuja encarnação é considerada um divisor de águas no campo da ciência: “A vida não é fácil para nenhum de nós. Mas que importância isso tem? Devemos ainda ter perseverança e, acima de tudo, confiança em nós mesmos. Com essas duas qualidades, todas as coisas se tornam possíveis”.
Concluindo com um aprendizado de minha lavra: aplicar as três pontas do triângulo sagrado: fé, perseverança e continuidade, inscrito no círculo do entendimento, (autoconhecimento).
O que você sabe não tem nenhum valor; o que tem valor é o que você faz com o que você sabe. (Princípio da Filosofia Kung Fu).
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Em todo o mundo há somente duas espécies de pessoas: as que sabem e as que não sabem. (Krishnamurti in Aos pés do Mestre).

A vida é uma escola de aprendizado contínuo para quem tem olhos para ver, ouvidos para ouvir e mente para discernir. Assim, para saber, como ensina Krishnamurti na introdução deste artigo, é preciso estar atento a tudo que nos acontece de bem e também de mal, pois tudo é aprendizado, que nos conduz ao conhecimento.

 
Atitude é tudo! PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Ter, 09 de Julho de 2019 17:19
ATITUDE É TUDO!
Frequentemente nos vemos dedicando-nos à busca de elevação espiritual, utilizando grande parte do tempo, estudando, meditando, participando de eventos motivacionais, etc., mas deixando de considerar o que realmente é essencial: o autoconhecimento e o relacionamento humano.
Hoje vivem na Terra aproximadamente oito bilhões de pessoas, pertencentes às mais diversas religiões, filosofias, igrejas, instituições, e todas, TODAS, perfeitamente individuais, únicas, cada uma tendo em seu íntimo o selo que as identifica como seres humanos e filhas de Deus. A busca do autoconhecimento representa a verdadeira destinação do homem.
O poder dominante no mundo procura criar em cada um a falsa ideia da coletividade, pretendendo classificar a todos como pertencentes a categorias estabelecidas, a fim de facilitar a condução do rebanho.
“Ninguém é igual a ninguém. Todo ser humano é um estranho ímpar”. (Carlos Drummond de Andrade). Drummond, com seu admirável poder de síntese, disse tudo nessa frase lapidar. Vale acrescentar que, infelizmente, somos estranhos a nós mesmos. Nenhum de nós é igual ao outro. Todos somos obras primas de Deus. Daí a necessidade inadiável de nos dedicarmos ao nosso autoconhecimento, que representa a grande conquista que cada um deve alcançar.
“Existe uma ordem no universo. No meio da morte, a vida continua; no meio da mentira, a verdade continua; no meio da injustiça, a justiça continua, e em toda a escuridão há luz”. (Mahatma Gandhi). A luz a que se refere Gandhi é a que brilha na escuridão interior de cada um, esperando que cada qual se volte para si mesmo e encontre a verdadeira luz que brilha indelevelmente no seu interior.
A partir do momento em que cada um se depara com o trabalho da busca interior, ocorre a iluminação que vai, a partir daí, paulatinamente, como luz eterna, clarear o caminho de cada um, para que possamos tornar-nos naquilo que verdadeiramente somos: nosso próprio guru.
Anthony Robbins, um dos maiores divulgadores da Programação Neuro Linguística (PNL), nos ensina em seus livros e em suas palestras que a natureza do homem consciente é crescer, construir e criar, e ele acredita que o amor vencerá o poder, a justiça prevalecerá sobre o terror e a compaixão reinará sobre o medo.
No filme “Eu não sou seu guru”, Tony Robbins, enfatiza:
“O que nos faz crescer e evoluir são as nossas relações. São elas que nos mostram verdadeiramente quem somos.
Porque meditar é fácil. Frequentar casas espirituais também! Ser generoso dentro dos templos é mais fácil ainda! O difícil é trazer tudo isso para o dia a dia, nas relações. Porque nelas experimentamos intimidade e na intimidade as nossas vulnerabilidades são expostas.
Nesse momento da intimidade, as mentiras que contamos para nós e para o mundo não se sustentam. Não tem meditação, yoga ou espiritualidade que sustentem nossas mentiras.
Não adianta fazer de conta que está se aprofundando, quando na verdade o olhar só fica na superfície, colocando a responsabilidade de tudo nos outros.
O nome que se dá a todas essas pegadinhas é Ego Espiritual.
E se você descobrir que seu ego espiritual está gritando aí dentro, que bom!  Fique feliz por se tornar consciente dele. Porque é só através dessa consciência que podemos melhorar.
Seja, então, bem-vindo ao mundo dos que são de verdade!!!”
Fica aí a dica para um verdadeiro e duradouro trabalho mental e espiritual.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Frequentemente nos vemos dedicando-nos à busca de elevação espiritual, utilizando grande parte do tempo, estudando, meditando, participando de eventos motivacionais, etc., mas deixando de considerar o que realmente é essencial: o autoconhecimento e o relacionamento humano.

Hoje vivem na Terra aproximadamente oito bilhões de pessoas, pertencentes às mais diversas religiões, filosofias, igrejas, instituições, e todas, TODAS, perfeitamente individuais, únicas, cada uma tendo em seu íntimo o selo que as identifica como seres humanos e filhas de Deus. A busca do autoconhecimento representa a verdadeira destinação do homem.

 
Significado do solstício PDF Imprimir E-mail
Escrito por Heitor Freire   
Dom, 23 de Junho de 2019 13:43
SIGNIFICADO DO SOLSTÍCIO
Os domínios do mistério prometem as mais belas experiências – Einstein.
Tudo o que existe foi criado por Deus. O céu, a terra, os mares, as árvores, os animais, os peixes, as aves e nós, seres humanos. Olhando a majestosa natureza, somos naturalmente induzidos a buscar compreender o significado de cada coisa.
Sim, porque todo o universo foi criado com uma finalidade. Por quê? Seria essa a pergunta? O porquê sugere um questionamento. Não seria melhor perguntar: Para que? O para que induz a uma busca de entendimento.
Assim temos os climas, as estações, as chuvas, os planetas, as estrelas, os solstícios, equinócios, etc. cada coisa com sua finalidade, com sua individualidade e todos num conjunto harmonioso.
Quando começamos a busca para entender, aparece o mistério que envolve cada coisa. E aí surge a curiosidade e o despertar da consciência do que somos e para que estamos aqui.
Cada um de nós foi criado por Deus. Ele pensou em cada um, nos criou e deu um nome, dotando-nos com todos os predicados e atributos para trabalharmos como obreiros em Sua seara. Daí para a frente é com cada um.
“A partir do momento em que há uma consciência que existe, e uma consciência que tem consciência de não ser sua própria fonte de existência, é preciso procurar essa fonte”. (Louis Pauwels)
E essa fonte é Deus. Que não está no mais longínquo dos céus, mas perto, muito perto, dentro de cada um. Entender e aceitar essa verdade dá ao homem a dimensão da sua existência e da sua ligação eterna e indissolúvel com seu Criador.
Dentre esses mistérios todos, temos o fenômeno dos solstícios. O solstício acontece graças a dois movimentos que ocorrem no planeta Terra: rotação e translação. A existência deles faz com que a luz do sol seja distribuída de forma desigual entre os dois hemisférios.
Os solstícios estão relacionados com o esoterismo e para muitas culturas têm um simbolismo muito importante. Por exemplo, para alguns povos, o solstício de verão é motivo de grande alegria, porque representa a vitória da luz sobre a escuridão.
O solstício de inverno significa que a luz do sol não incide com tanta força no hemisfério em questão, enquanto o solstício de verão aumenta a incidência da luz solar.
O solstício acontece de forma inversa nos dois hemisférios, ou seja, quando é solstício de verão no hemisfério sul, é solstício de inverno no hemisfério norte, e vice-versa.
O solstício de verão indica o dia com a maior duração de luz do sol do ano enquanto o solstício de inverno é o dia com menor duração de luz solar no intervalo de um ano. Em outras palavras, o dia mais longo do ano, e a noite mais longa do ano, respectivamente.
Na antiguidade, as iniciações ritualísticas e religiosas eram feitas sempre no solstício de inverno, porque sendo o último dia de maior noite, significava a marca do início do ciclo de dias de luz cada vez maiores; significava ainda a saída do mundo dos mortos (a noite, a escuridão), ou a entrada no mundo dos vivos (o dia, a luz).
As iniciações tinham assim o significado de renascer, ou nascer de novo para a luz; o renascimento assumia o significado simbólico da vida que se renova, após a grande noite (morte).
No Egito antigo, os faraós eram reiniciados a cada novo solstício de inverno. As pirâmides foram construídas em alinhamento para receber o sol de frente à porta de entrada, exatamente no dia do solstício de Inverno.
Esse é o tema do solstício de inverno: a união do sol (masculino) com a Terra (feminino) é o milagre do renascimento e a preservação da vida. É o momento em que termina o outono – a estação mais emblemática do ano – e começa o inverno que precede a primavera, dando assim continuidade aos ciclos da Terra. É essa união em equilíbrio que traz a certeza de que a primavera retornará, e com ela a alegria, a fertilidade e o amor da Terra e de suas criaturas.
Nos solstícios a tradição cristã comemora os santos de nome João. João Batista no solstício de inverno e João Evangelista no solstício de verão.
Nós que vivemos no hemisfério sul, no nosso paraíso tropical, temos o privilégio de viver junto a clima mais ameno e menos hostil do que na Europa. Por aqui, é bom que se diga, o deus sol nunca morre, nem mesmo no solstício de inverno. Mas com certeza nós sentimos nesse período que algo está mudando – a natureza, em sua imutável (posto que é eterna) transformação, dá prosseguimento aos seus ciclos consecutivos..
Podemos sorrir felizes, pois nossos invernos são mais brandos do que os dos outros; e sorrimos ainda mais com a certeza de que, a partir de 13h38 do dia 21 de junho passado, o retorno do sol nos trará de volta a alegria da primavera em setembro.
Essa certeza nos ajuda – como ajudava os povos da Antiguidade – a suportar os rigores do inverno que se anuncia, enchendo-nos de esperança e de energia para aguardar a próxima estação.
É simples assim…E é por ser simples que é belo.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

Os domínios do mistério prometem as mais belas experiências – Einstein.

Tudo o que existe foi criado por Deus. O céu, a terra, os mares, as árvores, os animais, os peixes, as aves e nós, seres humanos. Olhando a majestosa natureza, somos naturalmente induzidos a buscar compreender o significado de cada coisa.

Sim, porque todo o universo foi criado com uma finalidade. Por quê? Seria essa a pergunta? O porquê sugere um questionamento. Não seria melhor perguntar: Para que? O para que induz a uma busca de entendimento.

 
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