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“O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo.”  Bertold Brecht.
Platão já dizia: “Não há nada de errado com aqueles que não gostam de política, simplesmente serão governado por aqueles que gostam”.
Com a difusão proporcionada pelos meios de comunicação, de repente todo mundo começou a dar palpites sobre os mais variados assuntos. E um dos que mais polarizam a atenção da população, naturalmente, é a política. A mobilização das massas é um indicativo claro desse despertar.
Uma coisa é ficar do lado de fora metendo o dedo e o verbo questionando tudo e dando opinião, sugerindo isso ou aquilo. Outra é buscar e mobilizar lideranças conscientes com o objetivo de participar ativamente do processo eleitoral com propostas estudadas e baseadas em experiências que já deram certo. É o momento de descruzar os braços e partir para assumir compromissos. É o que está acontecendo em Campo Grande. A discussão no campo das ideias está posta, gerando novas lideranças, que por sua atuação na vida empresarial ou pública tornaram-se opções para as mudanças de que necessitamos.
O momento que vivemos mostra que a bússola está apontada para outro norte: o fim da velha política, do toma-lá-dá-cá e também da corrupção institucionalizada há muito tempo e que, apesar de suas variações, espero, esteja chegando ao fim.
Um exemplo disso é a gestão do presidente da Santa Casa de Campo Grande, Esacheu Cipriano Nascimento, que, em quatro anos, reestruturou a gestão de pessoal, remodelou suas instalações, recuperou a infraestrutura, restaurou o centro cirúrgico – sem interromper as cirurgias –, construiu o novo centro administrativo, finalizou a unidade de traumatologia que estava paralisada há 20 anos, enfim, levantou o hospital, começando pela jardinagem e completando com a nova unidade de oncologia. E tudo isso, naturalmente, chamou a atenção da sociedade.
Empresários influentes começaram a visitar a Santa Casa e puderam ver a excelência de suas instalações, confirmando a capacidade gerencial do presidente Esacheu – que sempre teve a atenção voltada para as necessidades de Campo Grande.
Agora mesmo, Esacheu recebeu na Santa Casa a visita do presidente do Conselho Comunitário de Segurança do Centro, acompanhado de membros dos órgãos de Segurança Pública, do Ministério Público, da Defensoria Pública, do diretor regional dos Correios e Telégrafos, entre outros representantes de instituições laicas e religiosas, que se uniram para pedir ajuda devido à situação de pobreza e degradação humana nas ruas do centro da cidade e no entorno da antiga rodoviária.
Esacheu imediatamente se colocou à disposição do grupo e reuniu lideranças locais para a busca de uma solução, pois os poderes públicos, municipal e estadual vêm se omitindo nessa questão. A resposta está sendo dada sob a forma de uma reunião de profissionais de psiquiatria e a determinação de um local na Santa Casa para o tratamento de usuárias de drogas e  moradores de rua.
Em outro contexto, está sendo criado o Comdese – Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico Sustentável e Estratégico –, composto pelo empresariado mais expressivo da cidade, cuja meta é planejar e acompanhar um projeto de desenvolvimento monitorado pela sociedade civil organizada, a exemplo do que aconteceu em Maringá, onde uma iniciativa parecida impulsionou a cidade do sexto para o segundo lugar no concerto de municípios paranaenses no quesito do desenvolvimento urbano e cujas indústrias, comércio e serviços tornaram-se referências e produtos de exportação para outros municípios, estados e países.
Alinhado com essa atualidade, Esacheu foi convidado pelo Partido Progressistas (PP), a figurar como pré-candidato a prefeito nas eleições municipais do ano que vem.
Esacheu aceitou o desafio, pois sempre se destacou por suas atitudes corajosas e realizadoras, iniciando um novo caminho, que tenho certeza irá proporcionar à nossa cidade a opção correta para um desenvolvimento que contemple as necessidades mais urgentes de Campo Grande.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis e advogado.

“O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo.”  Bertold Brecht.

Platão já dizia: “Não há nada de errado com aqueles que não gostam de política, simplesmente serão governado por aqueles que gostam”.
Com a difusão proporcionada pelos meios de comunicação, de repente todo mundo começou a dar palpites sobre os mais variados assuntos. E um dos que mais polarizam a atenção da população, naturalmente, é a política. A mobilização das massas é um indicativo claro desse despertar. Uma coisa é ficar do lado de fora metendo o dedo e o verbo questionando tudo e dando opinião, sugerindo isso ou aquilo. Outra é buscar e mobilizar lideranças conscientes com o objetivo de participar ativamente do processo eleitoral com propostas estudadas e baseadas em experiências que já deram certo. É o momento de descruzar os braços e partir para assumir compromissos.

É o que está acontecendo em Campo Grande. A discussão no campo das ideias está posta, gerando novas lideranças, que por sua atuação na vida empresarial ou pública tornaram-se opções para as mudanças de que necessitamos.

O momento que vivemos mostra que a bússola está apontada para outro norte: o fim da velha política, do toma-lá-dá-cá e também da corrupção institucionalizada há muito tempo e que, apesar de suas variações, espero, esteja chegando ao fim.

Um exemplo disso é a gestão do presidente da Santa Casa de Campo Grande, Esacheu Cipriano Nascimento, que, em quatro anos, reestruturou a gestão de pessoal, remodelou suas instalações, recuperou a infraestrutura, restaurou o centro cirúrgico – sem interromper as cirurgias –, construiu o novo centro administrativo, finalizou a unidade de traumatologia que estava paralisada há 20 anos, enfim, levantou o hospital, começando pela jardinagem e completando com a nova unidade de oncologia.

E tudo isso, naturalmente, chamou a atenção da sociedade. Empresários influentes começaram a visitar a Santa Casa e puderam ver a excelência de suas instalações, confirmando a capacidade gerencial do presidente Esacheu – que sempre teve a atenção voltada para as necessidades de Campo Grande. 

Agora mesmo, Esacheu recebeu na Santa Casa a visita do presidente do Conselho Comunitário de Segurança do Centro, acompanhado de membros dos órgãos de Segurança Pública, do Ministério Público, da Defensoria Pública, do diretor regional dos Correios e Telégrafos, entre outros representantes de instituições laicas e religiosas, que se uniram para pedir ajuda devido à situação de pobreza e degradação humana nas ruas do centro da cidade e no entorno da antiga rodoviária. 

Esacheu imediatamente se colocou à disposição do grupo e reuniu lideranças locais para a busca de uma solução, pois os poderes públicos, municipal e estadual vêm se omitindo nessa questão. A resposta está sendo dada sob a forma de uma reunião de profissionais de psiquiatria e a determinação de um local na Santa Casa para o tratamento de usuários de drogas e  moradores de rua.

Em outro contexto, está sendo criado o Comdese – Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico Sustentável e Estratégico –, composto pelo empresariado mais expressivo da cidade, cuja meta é planejar e acompanhar um projeto de desenvolvimento monitorado pela sociedade civil organizada, a exemplo do que aconteceu em Maringá, onde uma iniciativa parecida impulsionou a cidade do sexto para o segundo lugar no concerto de municípios paranaenses no quesito do desenvolvimento urbano e cujas indústrias, comércio e serviços tornaram-se referências e produtos de exportação para outros municípios, estados e países. 

Alinhado com essa atualidade, Esacheu foi convidado pelo Partido Progressistas (PP), a figurar como pré-candidato a prefeito nas eleições municipais do ano que vem.

Esacheu aceitou o desafio, pois sempre se destacou por suas atitudes corajosas e realizadoras, iniciando um novo caminho, que tenho certeza irá proporcionar à nossa cidade a opção correta para um desenvolvimento que contemple as necessidades mais urgentes de Campo Grande.

 

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