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A questão dos talentos PDF Imprimir E-mail
A QUESTÃO DOS TALENTOS
Uma questão que intriga os seres humanos é a diversidade de situações por que passam as pessoas. Por que será que alguns têm muito e outros não têm sequer o necessário para a sobrevivência? Haveria uma ação injusta de Deus?
A explicação que encontrei para isso reside na aceitação e no entendimento da realidade da reencarnação. Para mim, é a única explicação lógica.
Desenvolvendo o raciocínio baseado nessa possibilidade, cheguei à conclusão óbvia de que Deus é perfeito e tudo o que Ele faz também é. Assim, qual seria a Sua ação para que a igualdade entre todos fosse mantida? Ela está na origem, na criação. Dessa forma, todos fomos criados da mesma maneira. A partir daí começa a diferenciação, devido ao trabalho de cada um. Potencialmente somos todos iguais. A diferença consiste no uso que cada um faz de suas ações.
Vejo uma explicação lógica para isso na parábola dos talentos.  “Os talentos são benefícios concedidos por Deus à humanidade com a finalidade de fazê-la progredir material, intelectual e moralmente. Devem ser utilizados sob a forma de diferentes tipos de trabalhos e esforços que cabe ao homem desenvolver. A atividade que esses mesmos trabalhos impõem lhe amplia e desenvolve a inteligência, e essa inteligência que ele concentra, primeiro, na satisfação das necessidades materiais, o ajudará mais tarde a compreender as grandes verdades morais” (Allan Kardec, em O Evangelho Segundo o Espiritismo, Capítulo 16, item 7).
A parábola dos talentos está mencionada nos evangelhos. Destaco o de Mateus, 25, 14-30:
“Porque isto é também como um homem que, partindo para fora da terra, chamou os seus servos, e entregou-lhes os seus bens, e a um deu cinco talentos, e a outro, dois, e a outro, um, a cada um segundo a sua capacidade, e ausentou-se logo para longe. E, tendo ele partido, o que recebera cinco talentos negociou com eles e granjeou outros cinco talentos. Da mesma sorte, o que recebera dois granjeou também outros dois. Mas o que recebera um foi, e cavou na terra, e escondeu o dinheiro do seu senhor. E, muito tempo depois, veio o senhor daqueles servos e ajustou contas com eles. Então, aproximou-se o que recebera cinco talentos e trouxe-lhe outros cinco talentos, dizendo: Senhor, entregaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco talentos que ganhei com eles. E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor. E, chegando também o que tinha recebido dois talentos, disse: Senhor, entregaste-me dois talentos; eis que com eles ganhei outros dois talentos. Disse-lhe o seu senhor: Bem está, bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor. Mas, chegando também o que recebera um talento, disse: Senhor, eu conhecia-te, que és um homem duro, que ceifas onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste; e, atemorizado, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu. Respondendo, porém, o seu senhor, disse-lhe: Mau e negligente servo; sabes que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei; devias, então, ter dado o meu dinheiro aos banqueiros, e, quando eu viesse, receberia o que é meu com os juros. Tirai-lhe, pois, o talento e dai-o ao que tem os dez talentos. Porque a qualquer que tiver será dado, e terá em abundância; mas ao que não tiver, até o que tem ser-lhe-á tirado. Lançai, pois, o servo inútil nas trevas exteriores; ali, haverá pranto e ranger de dentes”.
Dessa maneira, cabe a cada um desenvolver os seus talentos. Eles nos proporcionam a evolução e o enriquecimento material, intelectual e moral, como bem ensinou Allan Kardec. Lembrando ainda que desta vida levaremos apenas o aprendizado que conquistamos, porque o que acumulamos financeiramente ficará por aqui e poderá se tornar causa de conflito e discórdia entre os descendentes.
As diferenças ficarão por aqui. Essa situação fica bem ilustrada com o que acontece no jogo de xadrez: quando acaba o jogo, o rei, a rainha, o peão e todos os participantes voltam para a mesma caixa.
Pensemos nisso.
Heitor Rodrigues Freire – Corretor de imóveis, advogado e associado do Instituto Histórico e Geográfico -  MS.

Uma questão que intriga os seres humanos é a diversidade de situações por que passam as pessoas. Por que será que alguns têm muito e outros não têm sequer o necessário para a sobrevivência? Haveria uma ação injusta de Deus?

A explicação que encontrei para isso reside na aceitação e no entendimento da realidade da reencarnação. Para mim, é a única explicação lógica.

Desenvolvendo o raciocínio baseado nessa possibilidade, cheguei à conclusão óbvia de que Deus é perfeito e tudo o que Ele faz também é. Assim, qual seria a Sua ação para que a igualdade entre todos fosse mantida? Ela está na origem, na criação. Dessa forma, todos fomos criados da mesma maneira. A partir daí começa a diferenciação, devido ao trabalho de cada um. Potencialmente somos todos iguais. A diferença consiste no uso que cada um faz de suas ações.

Vejo uma explicação lógica para isso na parábola dos talentos. 

“Os talentos são benefícios concedidos por Deus à humanidade com a finalidade de fazê-la progredir material, intelectual e moralmente. Devem ser utilizados sob a forma de diferentes tipos de trabalhos e esforços que cabe ao homem desenvolver. A atividade que esses mesmos trabalhos impõem lhe amplia e desenvolve a inteligência, e essa inteligência que ele concentra, primeiro, na satisfação das necessidades materiais, o ajudará mais tarde a compreender as grandes verdades morais” (Allan Kardec, em O Evangelho Segundo o Espiritismo, Capítulo 16, item 7).

A parábola dos talentos está mencionada nos evangelhos. Destaco o de Mateus, 25, 14-30:

“Porque isto é também como um homem que, partindo para fora da terra, chamou os seus servos, e entregou-lhes os seus bens, e a um deu cinco talentos, e a outro, dois, e a outro, um, a cada um segundo a sua capacidade, e ausentou-se logo para longe. E, tendo ele partido, o que recebera cinco talentos negociou com eles e granjeou outros cinco talentos. Da mesma sorte, o que recebera dois granjeou também outros dois. Mas o que recebera um foi, e cavou na terra, e escondeu o dinheiro do seu senhor. E, muito tempo depois, veio o senhor daqueles servos e ajustou contas com eles. Então, aproximou-se o que recebera cinco talentos e trouxe-lhe outros cinco talentos, dizendo: Senhor, entregaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco talentos que ganhei com eles. E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor. E, chegando também o que tinha recebido dois talentos, disse: Senhor, entregaste-me dois talentos; eis que com eles ganhei outros dois talentos. Disse-lhe o seu senhor: Bem está, bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor. Mas, chegando também o que recebera um talento, disse: Senhor, eu conhecia-te, que és um homem duro, que ceifas onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste; e, atemorizado, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu. Respondendo, porém, o seu senhor, disse-lhe: Mau e negligente servo; sabes que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei; devias, então, ter dado o meu dinheiro aos banqueiros, e, quando eu viesse, receberia o que é meu com os juros. Tirai-lhe, pois, o talento e dai-o ao que tem os dez talentos. Porque a qualquer que tiver será dado, e terá em abundância; mas ao que não tiver, até o que tem ser-lhe-á tirado. Lançai, pois, o servo inútil nas trevas exteriores; ali, haverá pranto e ranger de dentes”.

Dessa maneira, cabe a cada um desenvolver os seus talentos. Eles nos proporcionam a evolução e o enriquecimento material, intelectual e moral, como bem ensinou Allan Kardec. Lembrando ainda que desta vida levaremos apenas o aprendizado que conquistamos, porque o que acumulamos financeiramente ficará por aqui e poderá se tornar causa de conflito e discórdia entre os descendentes. As diferenças ficarão por aqui.

Essa situação fica bem ilustrada com o que acontece no jogo de xadrez: quando acaba o jogo, o rei, a rainha, o peão e todos os participantes voltam para a mesma caixa.

Pensemos nisso.

 

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